25.1.12

Eu tenho saudades dele.
Só isso.


Psst...

Hey hey,
Tu que estás aí...
Se calhar com insónias ou não. 
Na altura do Natal fiz este post onde falei de um novo projecto que estava prestes a começar.
Aqui está ele: Poli in London.
Ou seja a Policromia versão inglesa. Quase que é isso.
Lá partilho outras opiniões que não estão aqui.
Tenho que me habituar a escrever mais e melhor inglês e porque não começar por algo que adoro?
Ele não é a tradução dos textos daqui. Também não é um outro "eu", porque irá falar das mesmas coisas - dependendo da circunstância e basicamente do que me apetecer.
E para esta noite...

23.1.12

1, 2, 3, fuck it.

Hoje tentei-me inspirar.
As fotografias do weheartit ajudaram.
Mas mais que isso... as minhas férias.
Uau. Cada vez mais acho que a X. é que tem razão. As pessoas desta ilha - a grande maioria delas - estagnou-lhes o cérebro. Não cresceram por dentro, só na idade, rugas e aspecto.
Tenho pena. E agora vou roubar-lhe uma deixa: "Tenho pena porque gosto tanto da minha ilha, mas não consigo ficar por lá muito tempo porque frita-me o miolo, aquelas pessoas..."
Foi algo assim.
Não gosto de confusões.
Já gostei. Confesso. Quando era adolescente tinha a mania que queria ser o centro das atenções. Nunca criei confusões, mas elas chegavam até mim de uma maneira doida. E eu adorava. Rio-me ao pensar no quanto ridícula eu era, em miúda, mas eu divertia-me em irritar pessoas.
Passou-me.
Não que as confusões deixem de chegar até mim.
Acho que estás férias foi uma espécie de chuva de merda, como diria o meu pai. Vá (como boa portuguesa que sou) que podia ser pior.
Pois podia, mas a partir do momento que me dizem que têm saudades minhas e depois nem lhes ocorre se lembrarem que combinaram coisas comigo, quando estou na minha terra natal ao fim de 4 meses - e apenas por uma semana - tira-me do sério.
E depois, é assim... fazer cenas dentro duma discoteca é lamentável. Já cresci. Já não tenho vida para isto... estou saturada! Sim. Recordar é viver. E ainda bem que a decisão que tomei foi aquela. Foi o melhor que me aconteceu na vida.
Mas a ilha também tem coisas boas... e esta é a parte que me aquece o coração.
Os papás levaram-me ao restaurante preferido. Ok, não é bem o preferido, mas é o do agrado dos 3, e é o restaurante de sempre! E levaram-me à praia. Estava tão pálida, mesmo à espera de apanhar uma corzinha.
E o almoço de família, com as gargalhadas do costume foi muito bom.
E há amigas como a K. que me abrem os olhos e os braços, e estão ali, longe ou perto, no matter what, com a sinceridade sempre na ponta da língua e o conselho sempre à mão.
Aquela noite foi qualquer coisa de muito bom.
Ah, amanhã vou ao sushi com a prima. Estou em pulgas, há 2 dias a falar no mesmo! 
ADORO, adoro adoro. A prima e o sushi.
Obrigada ilha por momentos assim.
Os outros eram escusados. 





16.1.12

Acordei com uma soneira.
O que uma pessoa não faz para distribuir miminhos às 7h da manhã.
Mas depois adormeci. E acordei bem disposta, memo bem disposta.
Depois dum café forte, fui à rua enfrentar o sunshine (mas não é por isso que está mais quente) lá fora e quando voltei para casa meti mãos ao trabalho.
Numa hora arrumei a minha mala (tive que fazer contas e cálculos para saber o que levar e o que deixar), arrumei as gavetas todas e ainda consegui arranjar espaço para as coisas dele na minha gaveta. Estava difícil aguentar com aquele saco gigante no meu quarto.
E depois dum peixinho com legumes... chegaram agora os miminhos e outro café quente.
Vou tomar um duche e preparar-me para o meu jantar de gossip com a best friend.



15.1.12

22nd round

Parece que ainda ontem fiz 20 e de repente não... já são 22.
Logo assim, pow!
Ontem o V mudou-se oficialmente para a minha casa. Depois de termos carregado as tralhas dele, foi só comer qualquer coisinha e arranjar-me para a minha festa.
Música pedida, karaoke, voz de cana rachada, amendoíns e brindes... houve de tudo.
Foi mesmo bom ter aqui poucas - mas óptimas - pessoas que posso chamar de amigos. E que me fizeram sentir tão bem e alegraram o meu dia!
Hoje é dia de ficar alapada no sofá, que ontem foi forte.
E já que hoje o dia é meu, vou fazer exactamente o que me apetecer... chill out.


9.1.12

there's a coldness in the air but I don't care

Num instante passou-se o fim-de-ano. E a vida voltou outra vez ao normal.
Por vezes acho piada às promessas que vejo... "este ano vou ser assim e este ano vou fazer isto", quando a meio do ano já ninguém se lembra do que prometeu e do que ficou para trás.
Estou tão "abananada" que nem sequer sei ao certo o que escreva. É daqueles dias preguiçosos em que estamos mole e o que nos apetece é meio dia sozinhos no nosso canto a fazer... nada, e a outra metade do dia com companhia a ver filmes/séries e comer chocolates e fazer 'ronha'. 
Eu sou um desastre... está comprovado.
Oficialmente, e clumsy para o namorado, Aninhas para os amigos, que fique aqui escrito que eu sou mesmo um desastre. Mas eu sou um desastre com D grande! Ah pois.
Ele disse que se for para falar disto tenho paleio suficiente para escrever um livro. Mas eu acho que consigo resumir em algumas linhas o quanto desastrada eu sou.
Ontem num jantar super chique e romântico - sim, mesmo como estão a imaginar, com direito a vela - no espaço de 2 ou 3 segundos consegui bater ca mão (com um bocadinho de força) na mesa do lado, enquanto pousei o cotovelo com imensa força na minha mesa. Eu sou absolutamente fantástica.
Às vezes acho que tenho um desiquilíbrio. E depois fico na dúvida: será no corpo ou será mental?
Eu estou sempre a esbarrar nas esquinas cá de casa, tenho o ombro a doer porque ontem levei uma estante à frente (quase), eu caio pelas escadas cá de casa abaixo! (aquelas que subo todos os dias...) 
Resumindo. A sério... assim fica difícil de não rir de mim.